Font Size

Profile

Menu Style

Cpanel

19Setembro2017

 

Espaco Aberto

 

 

Vende-se imóveis de Alberto Youssef por R$ 83,6 mil

...

PPS discute nova formação partidária em congresso realizado em Salvador

...

Dodge mantém só dois nomes de Janot na Lava Jato

...

Saúde. Vereadores visitaram o Espaço Cultural Paulo Cesar Barros onde funcionam os projetos do Orguídea Negra

...

andre araujo

andre araujo

Ex-governador Anthony Garotinho

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou, durante a sessão plenária de ontem (18), o pedido de habeas corpus em favor do ex-governador Anthony Garotinho, que por decisão do juiz Ralph Manhães, da 100ª Zona Eleitoral, foi preso cautelarmente na quarta-feira (13), enquanto apresentava o seu programa na Rádio Tupi, no Rio de Janeiro. Para a relatora do processo, desembargadora eleitoral Cristina Feijó, se permanecer solto, Garotinho pode voltar a cometer crimes. “A sentença expõe minuciosamente os motivos concretos embasadores do juízo de periculosidade, pelo qual o paciente, caso permaneça em liberdade, poderá cometer novos crimes”, disse. A desembargadora destacou também que o político, além de atacar autoridades que atuam nas investigações dos crimes incita a população contra elas. “A gravidade e a repercussão da conduta delituosa, além do comportamento do paciente, que, de acordo com o apurado pelo juízo a quo, vem reiteradamente praticando outras infrações para impedir a sua condenação e difundindo ataques às autoridades que atuam no caso, incitando a população contra elas e contra as instituições que elas representam, revelam a necessidade de acautelar o meio social e assegurar a credibilidade das instituições públicas, em especial do Poder Judiciário”. Depois de preso, o ex-governador foi levado por agentes da Polícia Federal para Campos dos Goytacazes, no norte-fluminense, onde mora e cumpre prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica. Garotinho foi condenado por corrupção eleitoral, associação criminosa, coação de testemunhas e supressão de documentos. Na decisão, o juiz indicou sentença de 9 anos e 11 meses de prisão em regime fechado, o que só será praticado se a condenação for confirmada em segunda instância. O advogado do ex-governador Anthony Garotinho, Carlos Azeredo, disse que vai recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral. A defesa destacou que na decisão dessa segunda-feira o TRE negou apenas a liminar do habeas corpus, sem julgar o seu mérito. “O processo é fruto de perseguição política, o que será facilmente constatado pelos ministros do TSE”, disse Azeredo, lamentando ainda que Garotinho continue impedido de trabalhar como radialista e, assim, “possa sustentar sua família”.

Operações contra fraudes em prefeituras na Bahia são deflagradas pela PF

Foto: Agência Brasil

 Duas novas operações da Polícia Federal (PF) foram deflagradas, na manhã desta terça-feira (19), na Bahia. Desta vez, as ações são contra fraudes na prestação de serviços de limpeza em prefeituras. São 15 mandados de busca e apreensão, dez de condução coercitiva e oito de medidas cautelares. Os agentes estão nos municípios de Palmas de Monte Alto, Aracatu, Riacho de Santana e Botuporã, no sudoeste do estado.

De acordo com a PF, as operações Chronos e Syagrus são fruto de inquéritos instaurados na delegacia de Vitória da Conquista. Neles, foram apuradas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos de prestação de serviços de limpeza em imóveis ligados às prefeituras de Aracatu e de Palmas de Monte Alto. 

Por volta das 12:30h da sexta-feira, 15 de setembro de 2017, o senhor Valdemilson Mendes Vieira, conhecido como Val de Milza, foi conduzido da Prefeitura de Mirangaba para a delegacia local. 
Segundo informações, uma denúncia feita por Silvana Souza e Pedro Fortunato, dava conta de que Val de Milza, que é funcionário efetivo da prefeitura e responsável pelo setor representante do INCRA, estaria cobrando indevidamente para fornecer 'Declaração de Posse', serviço que é oferecido de forma gratuita pela prefeitura.
 
As vítimas apontaram que o acusado guardava o dinheiro da suposta cobrança na gaveta da mesa onde trabalha, local onde foi encontrando de fato a quantia de R$ 487,00 em espécie, soltos na gaveta. 
Após a analise dos fatos, acusado e vítimas, juntamente com o dinheiro foram levados para a delegacia local, onde foi tomadas as providências cabíveis.Com informações da Policia Militar.
Pagina 4 de 1559

Facebook