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andre araujo

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A Polícia Federal identificou registros de pagamentos de Lúcio Funaro ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso em Brasília após a descoberta de R$ 51 milhões em dinheiro em Salvador. Os repasses, segundo a PF, somaram “mais de R$ 17 milhões” de 2012 a 2015.”Não é possível afirmar se tais repasses esgotam todos os eventos ocorridos. Observa-se que o repasse no ano de 2014 representou a maioria dos valores, ano que Geddel foi candidato a senador [pela Bahia]“, diz o relatório. As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Funaro emitia notas fiscais “para as empresas que pagariam a propina”. Para dar liquidez aos valores, diz a PF, “Funaro recorria a doleiros, os quais, por sua vez, emitiam notas fiscais para as empresas do colaborador. Ao pagar as notas emitidas pelos doleiros, estes ficavam com o percentual e repassavam o dinheiro em espécie a Funaro, o qual efetuava as entregas de dinheiro vivo a pessoas como Geddel”.Ainda segundo a Folha, o esquema era igual ao empregado no caso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB). A publicação detalha que outro relatório da PF aponta eu que o corretor de valores e delator Lúcio Funaro, preso em Brasília, pagou ao peemdebista R$ 56,9 milhões mesmo depois de a Lava Jato ter sido deflagrada, em março de 2014.

General do Exército ameaça

Foto: Divulgação/CVPA

 O general do Exército Antonio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças das Força Armadas, afirmou durante uma palestra promovida pela maçonaria em Brasília que seus "companheiros do Alto Comando do Exército" entendem que uma "intervenção militar" poderá ser adotada se o Poder Judiciário "não solucionar o problema político". A declaração foi feita durante o evento ocorrido na última sexta-feira (15).

Natural de Porto Alegre (RS) e no Exército desde 1972, o general foi foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília em 2015. A mudança ocorreu após ele promover uma série de críticas ao governo de Dilma Rousseff. Um oficial sob seu comando também fez na época uma homenagem póstuma ao coronel Brilhante Ustra, acusado de inúmeros crimes de tortura e assassinatos na ditadura militar.

Mourão declarou que poderá chegar um momento em que os militares terão que impor uma ação militar. Ainda de acordo com ele, essa "imposição não será fácil". O general disse ainda que ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas". "Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso."

 

Informações que chegam ao blog, segundo policiais civis, houve uma fuga de cinco presos da Penitenciária de Senhor do Bonfim, considerados de alta periculosidade. Uma das testemunhas revela que os presidiários usaram uma corda denominada no jargão policial de  “Tereza” no muro do Pavilhão.

Entre os fugitivos, a policia militar informou que está Raimundo Elias, que ganhou o apelido de o "ladrão da lanterna". Ele estava preso motivado por um mandado de prisão expedido pelo juiz da 2ª vara criminal da comarca de Petrolina. Raimundo é considerado "o maior arrombador de estabelecimentos comerciais de Petrolina, onde agia desde o ano de 2014, sendo investigado por mais de 40 furtos qualificados só em Petrolina. Contra ele havia acusação de  crimes nas cidades de Senhor do Bonfim, Jacobina e Campo Formoso, locais onde foi investigado em pelo menos 30 inquéritos policiais. 

O delegado Leonardo Virgílio comunicou a Policia Militar e durante a revista foram divulgados os nomes doss fugitivos: Availton Oliveira de Jesus Silva, Ícaro Antônio Martins da Silva, Aristóteles Maxwel Souza Santos e Emerson Jesus Lima (Condenados por tráfico de drogas), além de Raimundo Elias da Silva (o bandido da lanterna vermelha).Redação blog com informações Policia Militar e Civil

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