Font Size

Profile

Menu Style

Cpanel

19Setembro2017

 

Espaco Aberto

 

 

Vende-se imóveis de Alberto Youssef por R$ 83,6 mil

...

PPS discute nova formação partidária em congresso realizado em Salvador

...

Dodge mantém só dois nomes de Janot na Lava Jato

...

Saúde. Vereadores visitaram o Espaço Cultural Paulo Cesar Barros onde funcionam os projetos do Orguídea Negra

...

andre araujo

andre araujo

Governador Rui Costa se manifesta indignado com quem constrói fortuna na vida pública

Com sua mente polêmica e ao mesmo tempo brilhante, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já havia falado, no auge das investigações da Lava Jato, que as revelações feitas pela maior operação contra a corrupção pública no país, com as descobertas sobre o nível a que havia chegado nas barbas das autoridades, apontavam para a falência dos órgãos de controle nacionais. Por mais que as críticas de Gilmar pudessem ter como alvo seu principal desafeto público, Rodrigo Janot, então procurador geral da República, não há dúvida de que têm seu fundo de verdade.

Afinal, o que fazia a casta do funcionalismo público mais bem pago do país, formada por procuradores, promotores, juízes e auditores, além dos inúmeras corregedorias das estatais pegas nas garras dos maiores esquemas de lavagem e desvio de dinheiro no país, que nunca viu ou sequer tomou providências efetivas para coibir o grau de promiscuidade a que o público e o privado chegou no Brasil, a ponto de começar a ser desbaratado por operações policiais que parecem não ter mais fim? Contavam apenas o valor dos seus régios salários no final de cada mês?

Em encontro recente com jornalistas, hábito a que deveria se dedicar com mais frequência, o governador Rui Costa (PT) acabou citando indiretamente o ministro Gilmar e sua cobrança de atuação dos órgãos de controle, ao dirigir duras críticas a quem usa a vida pública para fazer fortuna. Rui aludia ao caso mais escabroso e escandaloso de propina já descoberto na Bahia e no país, representado pela revelação de que o ex-ministro Geddel Vieira Lima mantinha em Salvador, segundo a Polícia Federal, um bunker no qual escondia a fortuna de R$ 51 milhões, assunto que ganhou todas as rodas sociais.

Mas não falava só dele. Dirigia-se a figuras mais jovens que, em sua avaliação, têm revelado uma evolução patrimonial para a qual não há explicação plausível nem justificável do ponto de vista do trabalho que executam. Neste momento, destacou que, caso o COAF e a Receita Federal cumprissem bem o seu papel, especialmente sobre a categoria dos agentes públicos, que vão de servidores simples à classe política, provavelmente muito dos desvios a que o país habituou-se a assistir estarrecido não pudessem ter ocorrido ou estar ocorrendo. Não deixa de ser uma lembrança de grande valor.

De fato, se acompanhassem com muito mais cuidado desde os sinais exteriores de riqueza até a movimentação financeira de quem entra na vida pública ou faz dela profissão, além dos servidores, ao invés de dirigir a burocracia estatal para tentar aumentar a arrecadação via exclusivamente a cobrança de impostos, muitos imensamente injustos, órgãos como a Receita Federal poderiam estar cumprindo papel fundamental no combate à corrupção no país. Tudo com a ajuda do Ministério Público, a quem dados sobre quem enrique indevidamente precisam ser enviados para que as providências sejam tomadas, evitando o descalabro a que assistimos.

* Artigo publicado originalmente na Tribuna da Bahia.

Raul Monteiro*

Governador Rui Costa se manifesta indignado com quem constrói fortuna na vida pública

Com sua mente polêmica e ao mesmo tempo brilhante, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), já havia falado, no auge das investigações da Lava Jato, que as revelações feitas pela maior operação contra a corrupção pública no país, com as descobertas sobre o nível a que havia chegado nas barbas das autoridades, apontavam para a falência dos órgãos de controle nacionais. Por mais que as críticas de Gilmar pudessem ter como alvo seu principal desafeto público, Rodrigo Janot, então procurador geral da República, não há dúvida de que têm seu fundo de verdade.

Afinal, o que fazia a casta do funcionalismo público mais bem pago do país, formada por procuradores, promotores, juízes e auditores, além dos inúmeras corregedorias das estatais pegas nas garras dos maiores esquemas de lavagem e desvio de dinheiro no país, que nunca viu ou sequer tomou providências efetivas para coibir o grau de promiscuidade a que o público e o privado chegou no Brasil, a ponto de começar a ser desbaratado por operações policiais que parecem não ter mais fim? Contavam apenas o valor dos seus régios salários no final de cada mês?

Em encontro recente com jornalistas, hábito a que deveria se dedicar com mais frequência, o governador Rui Costa (PT) acabou citando indiretamente o ministro Gilmar e sua cobrança de atuação dos órgãos de controle, ao dirigir duras críticas a quem usa a vida pública para fazer fortuna. Rui aludia ao caso mais escabroso e escandaloso de propina já descoberto na Bahia e no país, representado pela revelação de que o ex-ministro Geddel Vieira Lima mantinha em Salvador, segundo a Polícia Federal, um bunker no qual escondia a fortuna de R$ 51 milhões, assunto que ganhou todas as rodas sociais.

Mas não falava só dele. Dirigia-se a figuras mais jovens que, em sua avaliação, têm revelado uma evolução patrimonial para a qual não há explicação plausível nem justificável do ponto de vista do trabalho que executam. Neste momento, destacou que, caso o COAF e a Receita Federal cumprissem bem o seu papel, especialmente sobre a categoria dos agentes públicos, que vão de servidores simples à classe política, provavelmente muito dos desvios a que o país habituou-se a assistir estarrecido não pudessem ter ocorrido ou estar ocorrendo. Não deixa de ser uma lembrança de grande valor.

De fato, se acompanhassem com muito mais cuidado desde os sinais exteriores de riqueza até a movimentação financeira de quem entra na vida pública ou faz dela profissão, além dos servidores, ao invés de dirigir a burocracia estatal para tentar aumentar a arrecadação via exclusivamente a cobrança de impostos, muitos imensamente injustos, órgãos como a Receita Federal poderiam estar cumprindo papel fundamental no combate à corrupção no país. Tudo com a ajuda do Ministério Público, a quem dados sobre quem enrique indevidamente precisam ser enviados para que as providências sejam tomadas, evitando o descalabro a que assistimos.

* Artigo publicado originalmente na Tribuna da Bahia.

Raul Monteiro*

De acordo o repórter Edmilson Matias ,por volta das 04:30 da manhã desta segunda -feira (18), a Barragem de Pindobaçu sangrou com grande força, 30 cm de lâmina, uma média de 6.000 mil litros por segundos .Toda essa água cair na Barragem de Ponto Novo, que já passa de 30% e  está recebendo água de todos os Rios, inclusive a água  da barragem do Aipim que também sangrou a uns dias atrás .

Pagina 7 de 1559

Facebook