Depois da nova ameaça nesta sexta-feira, 3, do presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF), acabou a boa vontade para ajudar o governo a encontrar uma solução para o gasto de R$ 89 bilhões com o pagamento dos precatórios (dívidas que a União é obrigada a quitar depois de perder na Justiça) no Orçamento de 2022.

Uma solução estava sendo costurada pelo presidente do STF, Luiz Fux, e o vice-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, via Conselho Nacional de Justiça (STJ), sem a necessidade de aprovação de uma Proposta de Emenda à Constitucional (PEC). O ministro da Economia, Paulo Guedes, que vem reclamando do aumento nos gastos com esses pagamentos, batizado por ele de “meteoro”, participou das tratativas, que envolveram ainda os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-RJ). Guedes chegou a falar que esta seria uma solução “mais efetiva, mais rápida e inclusive mais adequada juridicamente”.G1

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