Em situação dramática jornalistas de A Tarde e Massa acumulam três meses sem salários


A situação, que já vinha piorando desde 2012, se agravou no ano passado, quando os atrasos nos pagamento já se acumulavam. Além disso, o pagamento das férias também está em atraso já por três anos. Diante da situação insustentável que vivem, os profissionais estão vindo a público para expor a situação precária na qual se encontram.

Muitos jornalistas estão sobrevivendo na dependência de familiares ou de trabalhos eventuais fora das empresas da família Simões de Mello Leitão, cujas publicações continuam sendo produzidas normalmente graças ao profissionalismo daqueles que enfrentam essa situação dramática. Assim, os jornais são produzidos e entregues todos os dias.

Como consequência, acumulam-se também os aluguéis, condomínios, prestação de casa própria e veículos, faturas de cartões de crédito, de energia elétrica, de água, de celulares e de internet, o que tem obrigado os jornalistas a recorrerem a empréstimos bancários, de amigos e familiares.

Todos os jornalistas – com contratos CLT ou MEI -, vivem o mesmo drama, estes últimos numa situação ainda pior porque seus pagamentos foram reduzidos durante a pandemia e não têm nenhuma segurança jurídica em relação a seus empregos. Assim, além de tornar pública esta situação, os profissionais acionarão os meios jurídicos cabíveis, através do Sinjorba, para as providências que se fizerem necessárias. Confira a matéria completa em nosso portal.
Fonte.Sinjorba.Bahia


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