Ex-PM acusado de matar Marielle usou ‘segunda pele’ e telefone falso para não ser identificado


O policial reformado Ronnie Lessa, preso hoje (12) pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, traçou estratégias para não ser identificado pelo crime. Entre elas, ele usou uma espécie de “segunda pele” no dia do atentado. O material, usado nos braços, serviria para dificultar o seu reconhecimento no futuro, segundo informações do G1.

Além disso, no dia do crime, Lessa usou um telefone comprado com o CPF de terceiros, para não ser rastreado. Na ocasião, o telefone pessoal de Lessa foi usado por uma mulher na Zona Sul do Rio.

Ronnie Lessa foi preso na manhã de hoje, assim como o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz. Segundo as investigações, Ronnie seria o autor dos disparos contra a vereadora e Élcio teria dirigido o veículo usado para levar o executor. O crime foi planejado com três meses de antecedência.


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