Militares devem ficar de fora da reforma da previdência, afirmam técnicos do governo


A pressão das forças armadas brasileiras é grande para que os militares fiquem de fora da reforma da previdência. O fato tem causado desconforto entre a cúpula econômica do governo Bolsonaro. Na quarta-feira (9), três autoridades militares falaram abertamente contra as mudanças.

De acordo com assessores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, admitem ceder às pressões dos militares, deixando as forças armadas fora da reforma. O silêncio do presidente Bolsonaro sobre o assunto, também preocupa.

“Se a movimentação fosse apenas de bastidor, poderíamos tentar convencer o presidente da necessidade de mudar as regras que levam os militares a reserva. Mas o lobby é explicito e o fato de o presidente não se manifestar é uma preocupação maior”, afirmou um assessor de Guedes.


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